EDP lança nova edição do Fundo A2E para apoiar projetos em cinco países
Candidaturas à 8.ª edição do Fundo de Acesso à Energia, que apoia projetos de energia renovável em comunidades rurais remotas e desfavorecidas, estão abertas e decorrem até 5 de maio. Inclusão energética e transição justa são os principais objetivos desta iniciativa.
E se o acesso a energia limpa pudesse mudar o futuro de uma comunidade inteira? É com esta ambição que a EDP abre hoje as candidaturas à 8.ª edição do Fundo A2E (Access to Energy), para apoiar projetos sustentados por energia renovável em comunidades rurais remotas e desfavorecidas em cinco países: Brasil, Moçambique, Quénia, Maláui e Nigéria.
Com uma dotação global de 1 milhão de euros, esta nova edição do fundo de responsabilidade social procura projetos inovadores a desenvolver nestes cinco países de América Latina e África, em áreas consideradas prioritárias para a ação social da EDP: educação, saúde, água, comunidade e negócios. O apoio financeiro por projeto poderá variar entre 50 mil e 150 mil euros, cobrindo até 75% do custo total para entidades sem fins lucrativos e até 50% para entidades com fins lucrativos, de qualquer país, desde que os projetos sejam desenvolvidos nas geografias selecionadas. Os projetos escolhidos serão anunciados no último trimestre de 2026.
Ao longo das últimas sete edições, o Fundo A2E tem desempenhado um papel determinante na promoção do acesso à energia em comunidades rurais remotas e desfavorecidas, financiando soluções de energia renovável com impacto social, ambiental e económico nos territórios onde são implementadas. Desde o seu lançamento, o fundo recebeu mais de 1.100 candidaturas e apoiou 56 projetos, com um investimento total de 5,5 milhões de euros, beneficiando diretamente 855 mil pessoas e impactando mais de 9 milhões de beneficiários indiretos, em sete países africanos e um país da América Latina.
O Brasil foi, aliás, o último país a juntar-se a esta lista. Na última edição, um dos projetos selecionados neste país foi o do Instituto Puxirum, na região da Amazónia, que visa a implementação de soluções de energia solar para garantir o acesso a água potável em comunidades locais através de sistemas de bombagem alimentados por energia renovável.
Entre as múltiplas iniciativas já financiadas pelo Fundo A2E, destacam-se também projetos em Moçambique, como centros de saúde rurais com sistemas fotovoltaicos e de purificação de água, assegurando energia fiável para cuidados médicos essenciais. Já no Quénia, soluções solares descentralizadas levaram eletricidade e acesso à água a comunidades vulneráveis, incluindo campos de refugiados, demonstrando como o investimento social da EDP gera impacto social e ambiental positivo no terreno.
Criado em 2018, o Fundo A2E integra o Programa A2E – Acesso à Energia, uma iniciativa da EDP para promover a inclusão energética junto de comunidades em situação de maior vulnerabilidade. Ao longo deste período, o programa tem apoiado projetos em diferentes geografias, assinalando já 15 anos de atividade, em paralelo com os 50 anos da EDP.
Através do Fundo A2E, a EDP tem vindo a reforçar o seu compromisso com a promoção da inclusão energética, financiando projetos inovadores e sustentáveis que garantem energia limpa, segura e acessível a comunidades em situação de maior exclusão. A iniciativa contribui para uma transição energética justa, com impacto direto na melhoria da qualidade de vida das populações e na criação de oportunidades económicas locais e está alinhada com a estratégia global da EDP de promoção do desenvolvimento sustentável, sem deixar ninguém para trás.
As candidaturas devem ser submetidas através do formulário disponível no site do programa até 5 de maio.
Para candidatar o seu projeto ao Fundo A2E – 8ª edição (2026)
- Quando: até 5 de maio de 2026
- Onde: no site do programa em EDP YES
- Apoio financeiro: entre 50 mil e 150 mil € (cobre até 75% do custo total para entidades sem fins lucrativos; até 50% para entidades com fins lucrativos)
- Países elegíveis para os projetos: Brasil, Moçambique, Quénia, Maláui e Nigéria