Akamai e EDP assinam PPA para fazer face ao crescimento de infraestruturas digitais
Primeira iniciativa de energia renovável da Akamai na Ásia-Pacífico é apoiada por um portefólio de 27 instalações solares em telhado, capazes de gerar até 17.000 MWh por ano.
A Akamai, empresa de cibersegurança e computação em cloud que impulsiona e protege os negócios online, e a EDP, através da EDP APAC, anunciaram hoje a assinatura de um contrato de longo prazo (PPA) em Singapura, reforçando o compromisso de ambas com a utilização de eletricidade renovável gerada localmente num dos países mais urbanizados do mundo.
Ao abrigo deste acordo, a Akamai irá adquirir a energia produzida por um portefólio de sistemas solares fotovoltaicos instalados em 27 localizações em Singapura. Em conjunto, estes sistemas têm capacidade para gerar até 17.000 MWh de eletricidade limpa por ano, o equivalente à produção de uma central com 13 MWp de capacidade instalada. Estima-se que o projeto permita evitar cerca de 5.850 toneladas de emissões de CO₂ equivalente anualmente.
"A inteligência artificial está a acelerar a procura por capacidade de computação, mas a conversa não pode focar-se apenas na expansão das infraestruturas. Temos também de refletir sobre a energia necessária para suportar esse crescimento. À medida que expandimos a nossa infraestrutura de cloud distribuída na Ásia-Pacífico, queremos que a contratação de energia renovável acompanhe esse crescimento. Singapura é um excelente ponto de partida porque demonstra como a energia solar em telhados pode contribuir para a produção renovável mesmo num país altamente urbanizado", afirmou Mike Mattera, Diretor de Sustentabilidade Corporativa da Akamai.
As 27 instalações que integram este portefólio já se encontram em operação. Os projetos desenvolvidos em Singapura reforçam a estratégia global da Akamai em matéria de energias renováveis, que inclui o apoio a projetos solares e eólicos nos Estados Unidos e na Europa. Estas iniciativas fazem parte do objetivo da empresa de alcançar 100% de energia renovável e emissões líquidas nulas até 2030.
Em Singapura, este acordo contribui igualmente para os esforços do país no reforço da capacidade solar ao abrigo do Green Plan 2030, promovendo a utilização de espaços em coberturas para aumentar a produção de energia renovável num mercado com recursos limitados de solo disponível.